YayBlogger.com
BLOGGER TEMPLATES

sábado, 15 de agosto de 2009

sound of music


Aproveito enquanto posso para cantar "I'm sixteen going on seventeen", porque daqui a uns dias esta música vai deixar de ser cantada com o sentimento de que há músicas feitas para nós, mesmo.

Gosto de crescer, gosto muito mesmo, mas confesso que a ideia dos 17 me deixa de pé atrás, ainda mais por saber que isto da idade não é de gostar ou não, é uma questão de hábito e pronto. 17 não é idade de gente! Com 16 já se vai à discoteca (legalmente!), já se pode ir ver todos os filmes ao cinema, com 16 deixa-se de ser criança para se ser adolescente. Com 18 já se é maior de idade, já se pode tirar a carta, com 18 deixa-se de ser adolescente para se ser jovem, começa um caminho de preparação para adulto. Com 17 não muda nada, continuamos a poder fazer tudo o que fazíamos com 16, e continuamos sem poder fazer o que se faz com 18. Os 17 são uma idade incerta, já não se é completamente adolescente mas ainda não se é jovem. 17 anos, uma idade estúpida, no mínimo!!!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

há férias, praia, dias cheios e preciosos. há lanches de gargalhadas, banhos de conversa e bronze de felicidade. há momentos bons e momentos maus, mais os bons que os maus, claro. há cinema e amigos e mensagens e telefonemas. há saudades e sol quente. há amizade a inundar os minutos e há uma vontade enorme de estar com aqueles de quem gostamos, todos.

sábado, 8 de agosto de 2009

fim de semana dos encantos


Mais feliz do que passar o fim-de-semana no meio dos amigos a cantar e a saltar (para a piscina, quem sabe?), por entre casamentos e andamentos é mesmo passar o fim-de-semana no meio dos amigos a cantar e a saltar para a piscina por entre casamentos e andamentos em PONTE DE LIMA!
Podemos mesmo chamar-lhe o fim-de-semana dos encantos, porque não?

domingo, 2 de agosto de 2009

Tens tudo a dar, não percas tempo

"Chegar aqui hoje e ver todos estes jovens faz-nos sentir que todas as dores de cabeça e noites mal dormidas valeram a pena!” foi a frase do primeiro dia do Festival Jota, naquela sexta-feira de sol e entusiasmo. A Aldeia Jota começou a nascer na cabeça de cada um e foi-se pondo em pé pelas mãos de tantos outros… No meio do suor, do calor, do stress e do cansaço, o Festival com que todos sonhámos foi-se imaginando e criando, num milagre verdadeiramente emocionante. No último mês o Jota preencheu todas as horas do dia e todos os pensamentos e conversas. Com ele trouxe tudo o que os dias de felicidade pedem: amigos, sonhos, entusiasmo e gargalhadas, o melhor que eu podia ter. Durante os três dias em S.Jacinto a magia preencheu cada minuto e esteve presente em cada sorriso e em cada olhar maravilhado. Muitas vezes não tínhamos palavras para a felicidade que sentíamos e ficávamo-nos pelas trocas de olhares e pelas trocas de sorrisos, o suficiente para nos entendermos na enorme felicidade que (pre)sentíamos. Comunicar foi o verbo dos dias e fazer parte da equipa de Comunicação foi um privilégio e um desafio constante, poder trabalhar com tantos profissionais e amigos e poder ter lugar no nosso centro de Imprensa foi tão feliz como emocionante. Não querendo plagiar a Catarina e a Ondina, vou ter mesmo que o fazer porque não resisto a falar de algumas pessoas e a falar do quanto cada uma delas me fez crescer nesta experiência que me marcou o corpo e a memória. O tempo e os amigos multiplicam as amizades e os momentos felizes e foi isso que aconteceu nos últimos tempos…

Negrito
Jorge, na doçura que te caracteriza pude ver a forma como amas o que fazes e te dedicas a tudo aquilo em que acreditas, um abraço teu é a prova de que há pessoas que marcam e ajudam a tornar tudo mais fácil. João, consegui sentir contigo o stress de quem torce para que tudo corra como planeado e como desejado, encaras os desafios com responsabilidade e dedicação e trazes no olhar a ousadia que é ser de Cristo. Irmã Maria Armanda, uma guerreira de 81 anos e uma paciência de santa, a companheira de tardes de trabalho e a disponibilidade e boa-disposição em pessoa, uma avó para nós todos. Sónia, aventuras é connosco e trabalhar contigo é um desafio constante, consegues manter a eficácia mesmo em alturas de grande pressão e isso torna-te importante numa equipa de trabalho. Rita e Andreia, vocês são a prova de que os amigos dos amigos são nossos amigos também e era das amizades da Catarina que eu vos identificava, foi óptimo poder conhecer-vos e partilhar uma garagem com vocês, é sempre bom conhecer gente que está numa fase de vida completamente diferente da minha, é enriquecedor e estimulante. Paulo, meu marido de brincadeiras e gargalhadas, contigo é sempre mais fácil descomprimir e relaxar, consegues passar os problemas para segundo plano e tornar cada minuto o minuto perfeito para umas quantas gargalhadas. Nini, é tão bom ter-te por perto e poder estar ao teu lado nos fins de dia cansativos e desgastantes, a certeza de que as amizades resistem à distância está presente no nosso abraço, sempre tão reconfortante. Pedro, fascinas-me nessa tua entrega a 200% e nesse teu olhar sonhador, próprio de quem quer e acredita, sonhando e concretizando o Festival que todos imaginámos e que tu ajudaste tanto a crescer, tornando-te numa das principais cabeças deste Jota’09, deixaste-me fascinada e mais feliz de te conhecer tão dedicado. Ondina, a amiga de sempre, a amiga dos abraços e dos entre laços, amiga dos gelados prometidos e das arrumações, não há nada mais revitalizante que o nosso abraço, saber-se sempre tão presente é uma certeza que me alegra e faz perceber que os amigos são mesmo a melhor coisa do mundo. Catarina, a super-mulher-mãe-amiga, foste tu que me desafiaste para esta equipa de comunicação num telefonema de meia hora e muitas histórias, é tão bom trabalhar contigo e partilhar esta fé que nos move sempre num ambiente de optimismo e boa-disposição, juntar palavras como aventura, bom-humor, originalidade e qualidade é uma ousadia tremenda num trabalho como o nosso, agora vejo que conseguimos e que juntas podemos sempre ir mais longe, obrigada por acreditares e sonhares tanto, contigo é sempre mais fácil e mais divertido. Padre Rui, combinámos os dias e as horas e distribuímos o trabalho com a facilidade que a amizade nos concedeu, partilhámos horas de stress, pequenas e grandes conquistas e confesso que poder aprender e trabalhar consigo é o melhor que eu alguma vez imaginei, não só porque a sua cadeira é confortável, mas também porque tê-lo por perto lembra-me a certeza de que sonhar é a chave para a felicidade e de que há um admirável mundo novo por descobrir e aproveitar, senti-lo tão presente e preocupado é a melhor coisa da amizade.


Há dias que marcam, há pessoas que marcam e há uma felicidade tão genuína e tão grande que nos possui e nos enternece. Gostamos mesmo do que fazemos e é isso que faz com que nos sintamos tão concretizados e felizes no fim deste Festival Jota 2009.


(foto "roubada" à Rita, gostei mesmo!)


Fomos mesmo muito felizes lá… e continuamos felizes, muito mesmo!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009


O Festival Jota vai-se arrumando e ainda se faz sentir nos caixotes de material e na acumulação de tudo o que parece multiplicar-se e nascer numa sala tão nossa e tão cheia! Prometo falar do Jota daqui a uns dias (podem ser 2 ou 10), talvez quando a jornada acabar, ou numa pausa... Estamos oficialmente em estado "zen" como vamos dizendo! Há tanto para falar e para relembrar, quem sabe uma descrição a 2 vozes ou a 4 mãos... Os dias têm sido de sonhos e de conquistas, do possível e do impossível, do que vamos aprendendo guardamos o mais importante: que é a sonhar que se contrói e que é a fazer que se aprende.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Aqui vou ser feliz!!!

A montagem da Aldeia Jota arrancou há uma semana e hoje o dia nasceu com Sol e muito trabalho, a missão de pôr uma Aldeia em pé é, no mínimo, um teste ao gosto que temos pelo que fazemos e, sobretudo, à paciência. Não há nada como um sorriso na cara, um espírito aberto e optimista e todo o trabalho é um prazer e cada problema resolvido, uma conquista.
Dizia hoje ao ouvido de uma cara stressada que "Vamos ser tão felizes nestes dias!" e vamos, definitivamente, tudo isto só é possível porque nós gostamos imenso daquilo que fazemos e temos a capacidade de nos entregar ao máximo e viver o que amamos com toda a força que temos (e que ainda nos resta!!).
O primeiro dia está agora a começar, numa cadeira de plástico, à espera da net, num centro de imprensa improvisado ao nosso estilo: acolhedor e simpático. A Aldeia Jota vai adormecendo aos poucos para de manhã acordar em força e pronta para receber os quase 900 inscritos.
A frase do dia é mesmo: Aqui vou ser feliz!!!

sábado, 18 de julho de 2009

não deixo de voltar a este poema...

“Escuto mas não sei
Se o que oiço é silêncio
Ou Deus

Escuto sem saber se estou ouvindo
O ressoar das planícies do vazio
Ou a consciência atenta
Que nos confins do universo
Me decifra e fita

Apenas sei que caminho como quem
É olhado, amado e conhecido
E por isso em cada gesto ponho
Solenidade e risco.”


Sophia de Mello Breyner

sexta-feira, 17 de julho de 2009

precisava que me dissessem ao ouvido...

...baixinho e docemente...

"enquanto anoitece,
enquanto escurece
e os brilhos do mundo
cintilam em nós
enquanto tu sentes
que se quebrou tudo
eu estarei
sempre que te sentires só"
kvkvh
...para eu adormecer perdida entre os sorrisos dos anjos!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Por enquanto é assim... manhãs e tardes de Festival Jota, bocadinhos de praia e almoços com elas... e não está nada mal!!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

"Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que está preso a ti!"

"E o principezinho voltou a perguntar:
- O que é que "estar preso" quer dizer??
- Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém. - disse a raposa.
- Laços?
- Sim, laços - disse a raposa - ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo...
(...)
- E o que é que é preciso fazer? - perguntou o principezinho.
- É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não dizes nada. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto...
O principezinho voltou no dia seguinte.
- Era melhor teres vindo à mesma hora - disse a raposa. - se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. às quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito... São precisos rituais.
- O que é um ritual? - perguntou o principezinho.
- É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias e uma hora, diferente das outras horas. - respondeu a raposa.
Foi assim que o principezinho prendeu a si a raposa."
kgvkgkgygl
E pensar que a história de qualquer amizade, não é mais do que a história da raposa e do principezinho, a história de cativar e ser feliz. No início não passamos de estranhos um para o outro, mas com o tempo vamo-nos cativando e encontrando, e vamos começando a ser mais felizes, juntos!
bbgkv
"-Anda, vai ver outra vez as rosas. Vais perceber que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.
O principezinho lá foi ver as rosas outra vez.
- Vocês não são nada parecidas com a minha rosa! Vocês ainda não são nada - disse-lhes ele - não há ninguém preso a vocês e vocês não estão presas a ninguém. Vocês são como a minha raposa era. Era uma raposa perfeitamente igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e, agora, ela é única no mundo.
Vocês são bonitas, mas vazias - ainda lhes disse o principezinho - não se pode morrer por vocês. Claro que, para um trauseunte qualquer, a minha rosa é perfeitamente igual a vocês. Mas, sozinha, vale mais do que vocês todas juntas, porque foi a ela que eu reguei. Porque foi a ela que eu pus debaixo de uma redoma. Porque foi a ela que eu abriguei com o biombo. Porque foi a ela que eu matei as lagartas (menos duas ou três, por causa das borboletas). Porque foi a ela que eu ouvi queixar-se, gabar-se e até, às vezes, calar-se. Porque ela é a minha rosa."

A beleza da amizade está na maravilha que é poder cuidar de alguém, poder sentir os mesmos problemas e as mesmas alegrias, poder estar preocupado e poder sentir o calor de um abraço.
vgkvkuvk
"E então voltou para o pé da raposa e disse:
- Adeus...
- Adeus - disse a raposa - vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos...
- O essencial é invisível aos olhos - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Os homens já se esqueceram desta verdade - disse a raposa - Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que está preso a ti. Tu és responsável pela tua rosa...
- Sou responsável pela minha rosa... - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer."


E pensar que nos conhecemos há poucos anos e que temos 13 anos de diferença... Gosto de sentir que a idade (ou a diferença de idades) enriquece a nossa amizade e que o facto de existir um "mais velho" e uma "mais nova" só nos traz alegrias e partilhas diferentes! Sabê-lo presente e feliz, basta-me. Também eu me sinto responsável por ele!

Agora vou calçar-me e vou a correr dar-lhe o abraço dos 30 anos.

Parabéns!